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Eu Já

 

De tanto ler e algumas vezes comentar, agora é a minha vez no Eu Já,

 

Já que fui intimada a fazê-lo por uma amiga (mui amiga…rs).

 

 

Então…

 

Eu já:

 

Ø      Amei desesperadamente uma pessoa sem que ela soubesse

Ø      Fiz juras de amor que nunca pretendi cumprir

Ø      Provoquei, provoquei, provoquei só pelo prazer da conquista

Ø      Fiz sexo virtual e gostei

Ø      Recebi cantadas que odiei

Ø      Me exibi na web cam

Ø      Tirei fotos indecentes…rsrsrsrsrs

Ø      Viajei só para transar com um desconhecido

Ø      Menti que foi bom

Ø      Namorei com irmãos de amigas minha…rsrsrs

Ø      Neguei na hora “H”

Ø      Fiz sexo por telefone

Ø      Fui traída

Ø      Escrevi contos eróticos

Ø      Apanhei na bunda e adorei

Ø      Cantei um professor

Ø      Fui cantada por mulheres

Ø      Me apaixonei sem saber que era elA

Ø      Morri de ódio

Ø      Quase fui morar nos EUA por amor

Ø      Senti tesão nas ocasiões mais inusitadas….rs

Ø      Me masturbei em lugares tão inusitados quanto…rs

Ø      Transei no carro

Ø      Transei a noite na praia

Ø      Chorei uma semana inteira por um amor perdido

Ø      Me desesperei sem noticias de alguém

Ø      Me enfureci por ser desprezada

Ø      Conquistei só para descobrir que não era nada daquilo que queria

 

 

E agora, passo para quem quer que leia, mas peço, se responder, me avise, quero ler também…rs

(Belo Horizonte, BR Press) - A Rede Motéisbh deixou de lado a máxima mineira do “come quieto” e partiu para a exibição. Tudo com muito humor e elegância, diga-se. Mas sem nenhuma timidez. A New Ad BH se encarregou de colocar na rua a campanha Brincadeira de Criança, que pode não levar todo mundo pra cama, mas certamente lembra como sexo com quem e como se gosta é bom e faz bem.São cinco casas selecionadas na capital das Alterosas veiculando a campanha em bolachas de chopp. Os cerca de 1.530 frequentadores diários de bares como Graças a Deus, Pub Major Lock e Vinnil Cultura Bar estão corando! Só não se sabe se é por causa daquele choppinho a mais ou de frases como “Transformamos homo sapiens e homo erectus” e “Sadomasoquismo é passar na porta e não entrar”.

A seguir, conversamos com Bárbara Rossi Rosa, diretora de projetos da Totum Marketing e Comunicação, sobre a ousada campanha.

Qual é a idéia por trás do slogan Brincadeira de Criança?

  Bárbara Rossi Rosa - O lúdico sempre esteve presente nas relações conjugais. Despir-se de máscaras é tornar a relação leve, cheia de risos e fantasias. A campanha traz uma maneira divertida de encarar o sexo. Nada vulgar ou conservador. A proposta é mostrar que todas as fantasias valem a pena. O importante é se divertir.

  É a primeira vez que um motel vai parar em bolachas de chopp?

  Bárbara Rossi Rosa - Até onde eu sei sim. E nada mais apropriado. A mídia torna-se coletiva. Vira motivo de comentários e tende a fixar a marca muito mais. E quem sabe, levar o consumidor direto ao objetivo, logo após alguns choppinhos. As pessoas tem gostado tanto, que todas as bolachas são roubadas e vão direto para a casa do consumidor.

  Tem a ver com o Dia dos Namorados?

Bárbara Rossi Rosa - Dia dos Namorados em motel é bastante cheio. Não é necessário uma campanha para prospectar clientes nesta data. No ano passado, o cliente que foi em uma de nossas unidades no Dia dos Namorados ganhou um cupom de desconto para a próxima hospedagem, acoplado a uma pluma com o slogam: “Cosquinha é bom no lugar certo.” Este ano, a agência anexa uma venda, como proposta de descoberta – um dos motivos da campanha –, somando a um desconto para a próxima hospedagem.

Há a intenção de mudar a imagem do motel como um lugar impessoal que só se vai para transar?

Bárbara Rossi Rosa - A intenção é aumentar o fluxo de clientes durante o ano todo. As pessoas deixam de ver o motel como uma opção apenas para datas especiais e o vêem como um produto de entretenimento. Do mesmo jeito que um casal vai a uma boate por exemplo para dançar e se divertir, eles vão para um motel para curtir uma noite de amor, sem interrupções. É o famoso entre quatro paredes. Percebemos isso com as campanhas. Sempre direcionadas a casais de namorados. Motel virou um serviço indispensável para cuidar da relação.” Beijinhos e carinhos sem ter fim”.

  Pelo conteúdo do site (www.moteisbh.com.br), a rede tem investido em propaganda ousada. É uma estratégia de diferenciação?

Bárbara Rossi Rosa - Sim. Na implementação das estratégias de marketing, a campanha piloto foi a campanha do Motel Sunny, ainda com a marca antiga. O slogam principal era “Apimente sua relação, antes que apimentem por você”, com a imagem de duas pimentas que formavam um chifre. No fundo, no fundo a mensagem dizia para levar o parceiro ao motel, antes que eles fossem com os amantes. Foi muito divertido. As pessoas comentaram bastante. Após o barulho dos slogans provocantes, veio a fase romântica – posicionamento mantido até hoje. As mulheres são românticas e geralmente dão a última palavra. Hoje, as peças não deixam de mostrar carinho e cumplicidade. E, é claro, com uma pontinha de malícia.”

 

http://br.noticias.yahoo.com/s/11062008/11/entretenimento-choppinho-acabar-no-motel.html

 

E que todos que passarem por aqui, divirtam-se… seja no motel, na masmorra, na play, na sessão, dentro e fora do dia dos namorados…rs

Interessante como um órgão pode atrair tantas atenções…rsrsrsrsrs

Um Museu islandês exibe coleção de pênis, mas nenhum da espécie humana… enquanto na Russia,  o primeiro museu erótico tem por atração principal o pênis do lendário monge Gregori Rasputin, e se você pensa que isso é “coisa de gringo”, vai se surpreender….rsrsrsrs… tá curioso??? confira matérias abaixo:

“Museu islandês exibe coleção de pênis
Qui, 15 Mai, 02h02
Por Bob Strong
 

 

 

HUSAVIK, Islândia (Reuters) - Falta a Sigurdur Hjartarson um pênis humano. Mas o islandês não parece preocupado com isso: quatro homens prometeram doar-lhe seus órgãos genitais quando morrerem.
Hjartarson é o fundador e proprietário do Museu Falológico Islandês, que oferece aos visitantes do mundo todo uma visão mais detida a respeito do que há de grande e de pequeno em termos do órgão sexual masculino.
A coleção dele começou a ser formada em 1974, com um único pênis de boi que se parece com um chicote de equitação — hoje, o islandês reúne 261 órgãos preservados de 90 espécies diferentes.
O maior deles, de uma baleia cachalote, pesa 70 quilos e possui 1,7 metro de comprimento. O menor, o osso peniano de um hamster, com apenas 2 milímetros de comprimento, precisa de uma lente de aumento para ser visto.
Uma ausência que salta aos olhos é a espécie humana. Mas isso deve ser sanado em breve, já que um alemão, um norte-americano, um islandês e um britânico prometeram doar seus órgãos genitais quando morrerem, segundo certificados exibidos pelo museu.
O norte-americano, Stan Underwood, 52, forneceu uma descrição por escrito de seu pênis — apelidado de “Elmo” — para ficar exposta ao lado de uma reprodução em tamanho natural, em borracha, do membro, além da promessa de doação.
Segundo Hjartarson, o doador islandês, um morador de 93 anos de idade de Akureyri (cidade próxima de Husavik, onde fica o museu), foi um conquistador na juventude e está convencido de que a exposição de seu pênis lhe trará fama eterna.
Mas a vaidade pode fazer com que repense a oferta. “Ele afirmou recentemente que seu pênis vem encolhendo com a idade e ele está preocupado com a possibilidade de não fazer uma boa figura no museu”, afirmou Hjartarson.
A exibição, inaugurada em Reykjavik em 1997, hoje fica no vilarejo de Husavik, 480 quilômetros a nordeste da capital islandesa.
Aberta aos visitantes de maio a setembro, a coleção fica em um prédio marrom cuja entrada pode ser identificada por um falo enorme colocado perto da porta e o símbolo no formato de um pênis logo acima.
Um crescente número de pessoas vindas de várias partes do mundo comparece ao local a cada ano, e 60 por cento delas são mulheres.
“Tivemos 6.000 visitantes no verão passado e, no final, acabamos tendo lucro”, disse Hjartarson.
Os pênis, doados em sua maioria por pescadores, caçadores e biólogos, ficam dentro de jarros de vidro preenchidos com formol. Ou ficam dependurados nas paredes após passarem por um processo de ressecamento, criando uma atmosfera que lembra a de um laboratório misturado com uma sala de troféus.
Hjartarson afirma que começou a colecionar os pênis 24 anos atrás, quando trabalhava como administrador de uma escola, nem de longe imaginando que um dia seria dono de um museu dedicado ao assunto.
“Aquilo era apenas um hobby”, disse, acrescentando que a coleção ficou relegada ao escritório dele até a criação do museu.
Hjartarson adota uma postura algo jocosa a respeito de sua coleção algo delicada, afirmando que um pouco de senso de humor e de inteligência são necessários para apreciar os itens à mostra.
“Espero que os visitantes saiam do museu com uma disposição de ânimo melhor do que quando chegaram”, disse.”
 

Mega pênis de Rasputin

 

é atração de museu erótico

 

O primeiro museu russo do erotismo, cuja atração principal é o pênis do lendário monge Gregori Rasputin, abriu as portas numa clínica de urologia em São Petersburgo (noroeste) que espera com isso atender melhor seus pacientes.
A exposição permanente está aberta ao público, que pode admirar uma impressionante coleção de falos de cerâmica e de imagens libertinas, algumas das quais do século XIX.
“Certamente o museu serve para satisfazer a curiosidade de seus visitantes, mas sobretudo ajuda nossos pacientes a superar seus problemas de impotência sexual”, disse o diretor da clínica e proprietário da coleção, Igor Kniazkin.
Urologista e sexólogo de 37 anos, Kniazkin afirma que o clima do museu reconforta seus pacientes e os torna “mais otimistas e mais serenos”.
“O objetivo do médico é libertar seus pacientes das angústias e dos temores. Os homens que vêm nos consultar se sentem mal por causa dos seus problemas e nossa atitude alegre e descontraída os tranqüiliza”, explicou.
Só uma parte dos cerca de 12 mil objetos eróticos que Kniazkin possui são expostos na sua clínica.

Mas no museu, o que chama a atenção do público é o pênis de Grigori Rasputín. O sexo do monge, curandeiro e conselheiro do último czar da Rússia, cujo desempenho sexual é lendário, é conservado numa solução de álcool.
“Comprei por 8 mil dólares num antiquário francês, junto com os arquivos que contém cartas manuscritas de Raputin”, disse o médico.

Rasputin, em russo, significa depravado. Knyazkin, que também é chefe do departamento de pesquisas sobre a próstata da Academia Russa de Ciências Naturais, se diz particularmente orgulhoso pela aquisição.

Pacientes da clínica e visitantes observam os objetos, cuidadosamente colocados em vitrines bem iluminadas, com curiosidade.

Vasili Petrovich, de 57 anos, desconversou, afirmando que entrou “só para dar uma olhada”, depois de “ter ouvido falar do museu”.
Ele avança rapidamente entre as vitrines, parando em frente à genitália de Rasputin, sob a qual lê-se a legenda:
“Pênis de Rasputin, assassinado em São Petersburgo na madrugada de 16 a 17 dezembro de 1916. 28,5 cm”.

“É verdade o que se diz, que olhá-lo ajuda a combater a impotência?”, perguntou Vasili, incrédulo, ao doutor Kniazkin.

“Sem dúvida”, respondeu, sorridente, o médico.

 

 

 

e….

 

Museu da Sensualidade da Bahia
Você sabia que no Pelourinho tem um Museu de Arte Erótica?

 

Texto e fotos Marccelus Bragg 17/9/2004

 

Essa nossa gente é muito erótica. Não é de agora que até ladeira na Bahia cresce glúteos. Ah então é por isso que baiano tem bundão? Se é verdade não sei, mas o imaginário pulsa. A lascívia sobrevive à moral castradora. O remelexo dos homens daqui já virou moda.

 

 

Ensaio de bloco afro em Salvador ou agito de praia em Porto Seguro é onde o pessoal de fora vê “o que o baiano tem”. Na praia então, nem se fala, transparências, calças de capoeira com tudo balançando, cofrinhos e pentelhos aparecendo é o que mais se vê. E se partir pra sacanagem então, aí vocês vão ter um tripé da melhor qualidade: humor, sexo e sensualidade. E quando essa sacanagem vira arte? Quando tem lirismo? Quando é objeto de culto ou delírio? Digo aquela arte erótica sofisticada do tipo expostas em Galerias e Museus? Não seria legal? O fenômeno do sexo é contagiante e aprender com ele é mais formidável ainda. 
Mais uma vez a constatação é exata: nada existe de inédito no mundo que não tenha um similar na Bahia. Lá vem o velho Mangabeira de novo e de inédito apresento com muito prazer um acervo todo especial, o do Museu do Sexo no Centro Histórico de Salvador.
Não estamos numa Islândia onde o governo banca um museu do pênis de baleias, mas na cidade do Salvador de poucos recursos, a velha Mãe Preta do Brasil que possui no Pelourinho um Museu dedicado à sensualidade.

Acanhado e precisando urgentemente de sede à altura, um acervo de mais de 500 peças agoniza por falta de espaço de exposição e guarda condigna. Inaugurado em 2 de Setembro de 1998 o mesmo funciona provisoriamente na Rua Frei Vicente n. 24 - Pelourinho, está sob os cuidados do Grupo Gay da Bahia com curadoria do bacharel em História Marcelo Cerqueira e consultoria do antropólogo e etnólogo Luiz Mott.

Um embrião de projeto museólogico já foi elaborado por discentes da UFBA, a necessidade de monitoração e de reserva técnica destinada ao acervo foi constatada. A duas vitrines em meio ao exercício diário da militância Gay e Lésbica na sede do GGB passam despercebidas nos seus aspectos museográficos. Uma pena porque existem na coleção peças de excelente qualidade com inspiração Inca, Azteca e Maia, algumas Pernambucanas de Trucunhaém, outras da nossa Feira dos Caxixís e muito mais.

Além de constar de alguns guias de museus e sites de turismo da Bahia, o Museu da Sensualidade é um motivo a mais para se visitar Pelourinho. O material das unidades artísticas são variados, desde parafina, plástico, têxtil, papel, barro, metal, madeira policromada e porcelana com especial ênfase à arte da cerâmica vendidas em feiras livres e de renomados artesãos populares à exemplo de Noêmia e Luis Galdino, como também constam obras de arte vindas do Peru, México, África Ocidental, da Índia, Holanda, França e outros países.

Como todos sabem o sexo também tem um sentido de rito e divinização patente. Várias são as cenas de forte apelo e apologia aos membros viris. Grandes pênis e poderosas vaginas são constatações estéticas no acervo deste museu. Eu mesmo sou testemunha de tempos passados em que recebíamos no GGB um postal ou foto que um dia seria alvo da exposição apropriada. A coleção foi amealhada ao longo do tempo e com muito carinho e dedicação. Não há censura ou aspectos de constrangimentos outros. Tudo é muito didático na existência deste espólio artístico.

É a partir do Museu que exposiçôes temáticas surgem. Que se vislumbram novas teses ou estudos mais profundos da sexualidade, já que em anexo ao mesmo, o arquivo do GGB é facultado à sérias pesquisas e monografias.

Enfim é necessário tão somente a ampliação das instalações do Museu, quiçá uma nova casa com novos espaços de exposição e pessoal especializado para o manuseio do acervo. Isto é importante. O Museu tem que ser um organismo vivo, dinâmico que possa fundamentar em si um elemento transformador. Daí a necessária sede com espaços para intercâmbios, exposições temporárias, biblioteca especializada, local para palestras e formação de centros de estudos.

O grande bem da cultura imaterial que é o sexo popular está muito bem representado no acervo. Vale à pena conferir. E em se tratando do axé baiano, vejam os grandes Exús [masculinidade e virilidade] com os seus gigantescos pênis e a cerâmica erótica de boa qualidade das nossas feiras livres. Não podem faltar os Gays. Representações do homoerotismo está em alta no Museu. Vejam as imagens e se deleitem.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tenho andando “pêlai” em busca de inspiração e também para conhecer novos espaços… daí que caiu no endereço: Badulaque - por Nina Lemos , nem lembro o que estava procurando, acho que era uma matéria sobre yoga, porque estava conversando a respeito com uma amiga ontem pelo MSN… daí… que logo o que leio???

Serei boazinha e vou copiar o texto aqui pra vocês, fora a forma mega engraçada com que abordaram o assunto… me inspirou a falar também a respeito…então… bóra lá…

“Sim, você não leu errado. Está à venda na internet um kit que permite que homens narcisistas façam cópias de seus próprios pintos. Será que é pegadinha? Pior é que parece que não

O seu namorado viajou e você está com saudade de transar com ele. O que você faz? Vai até a sua gaveta e pega “o clone”. Sim, porque antes de ele viajar, você (ou ele) comprou um produto na internet que permite moldar o pinto e, assim, ter um vibrador personalizado.

Não. A gente não inventou tudo isso. O kit para fazer moldes de pintos está à venda no Mercado Livre e responde pelo nome de Mr. Jones.

O kit é composto por um tubo e uma borracha especial que… bem. Vamos ao passo-a-passo. O cara coloca o pinto dentro do tubo e joga a borracha. Tira e o molde está pronto. Bizarro? Sim, bizarríssimo. E o pior é que nem é de graça. O aparato sai por R$ 90.

Agora, na boa, será que existe homem narcisista a ponto de querer fazer uma réplica de seu próprio pinto? Do jeito que as coisas andam, achamos que sim. E, o que é pior, deve ter gente que vai querer fazer o clone de ouro. Medo.” Nina Lemos

O máximo, né???

Agora as submissas já poderão pedir ao Dono de Mim, para que os mesmos façam o clone do pênis, assim, entre uma sessão e outra, poderão ficar mais perto deles…

Vai ser uma loucura de vendas esse negócio… to até vendo já…

Fora as Dommes, que terão mais que material para “brincar” com seus submissos…

Sério… é o material do Ano…

Agora… vamos divagar mais longe… já imaginou se a moda “pega” mesmo e cai não apenas na mão(rindo… literalmente, né???) dos Dom´s, mas dos amantes, namorados, etc???

Próximo dia dos namorados, você toda empolgadinha, pensando no que será que o seu amado lhe dará de presente e ele vem com o que, o que, o que???

O clone do próprio pênis!!!

É muita sacanagem…rsrsrs

“NOVA YORK, EUA (AFP) - Um transexual americano, que nasceu mulher, mas há 10 anos se tornou legalmente homem, defendeu no talk-show da apresentadora Oprah Winfrey sua decisão de manter uma gravidez obtida mediante uma inseminação artificial.

Thomas Beatie, de 34 anos, apresentou sua história na noite de quinta-feira diante das câmeras do programa do canal ABC e causou sensação na imprensa americana, que está dando grande destaque ao caso do “homem grávido”.

Apesar de Beatie ter feito cirurgia estética para retirar as mamas, se submetido a um tratamento hormonal e mudado de sexo por vias legais, do ponto de vista biológico continua sendo uma mulher com plena capacidade de engravidar.

Graças à mudança de sexo legal, Beatie casou-se há cinco anos com uma mulher, Nancy, que, apesar de não levar a criança no ventre, será a mãe do bebê que a transsexual espera para julho.

Beatie, que no passado foi rainha da beleza no Havaí, recebeu uma inseminação de esperma de doador anônimo.

A obstetra que acompanha Beatie, Kimberly Jones, disse no programa de Winfrey que o feto é perfeitamente saudável. “Considero que se trata de uma gravidez normal”, comentou a médica.”

“Masoquismo ganha bar temático na Ucrânia em homenagem a escritor Leopold von Sacher-Masoch; atendentes portam chicotes”

“A cidade natal de Leopold von Sacher-Masoch, o escritor e jornalista austríaco considerado o pai do masoquismo, ganhou o seu primeiro bar temático sobre o assunto.
Sacher-Masoch nasceu em 1836 e ficou famoso por escrever sobre os prazeres que podem ser alcançados apanhando e sendo subjugado. O próprio termo masoquismo vem do sobrenome Masoch.
“Queremos que as pessoas saibam quem foi Sacher-Masoch, porque ele não é só o pai do masoquismo. Ele foi um autor clássico, muito moderno para a época em que viveu”, disse o empresário Yuri Nazaruk, idealizador do bar.
Uma estátua de bronze de Sacher-Masoch decora a entrada do café que virou um grande sucesso em Lviv.
Além de apresentar a história do pai do masoquismo, o café ganhou fama por seus drinques exóticos.
“O ingrediente principal do coquetel é o afrodisíaco. Usamos essa raiz, mas não vou revelar o nome. é a substância mais diferente e fundamental do drinque”, afirmou o barman.
O clima no café da cidade natal do masoquismo é completado por garçonetes e garçons atendem de chicote na mão e usam algemas para prender os clientes. “

Tem vídeo na máteria original, quer ver??? acesse:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u394148.shtml

Então é assim…

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Um dia, resolvemos partir… e colocamos o pé na estrada…
Pra mim, esse termo “pé na estrada” é lugar comum…
Adoro viajar… adoro andar… adoro estradas… e adoro mudanças…
Mas claro que nem tudo são flores… e exatamente nesse ponto que eu esqueço o meu amor por mudanças…rsrsrs… me irrito comigo mesma e quero voltar pra casa…
O problema é que “casa” hoje é uma palavra desconhecida no meu dicionário…
Não tenho uma casa para voltar… não tenho um lugar meu ainda… e minhas coisas (cama, guarda-roupas, ferro de passar roupas, e tudo mais que faz parte de uma casa) estão perdidas em algum lugar entre São Paulo e a Bahia… e euzinha andando pelas ruas com a roupa toda amarrotada… sem falar que são poucas roupas, afinal, acreditava que não precisaria de muitas coisas…
É… isso mesmo… euzinha sai de São Paulo, vim para a Bahia de avião, toda felizinha, acreditando que minhas coisas seguiriam o mesmo caminho que eu e que ao chegar aqui, seria só organizar tudo de novo e estar no meu novo lar…
Ledo engano…
Todas as minhas coisas, inclusive o ferro de passar roupas (pqp, nunca pensei que sentiria tanta falta assim de um), ficaram em qualquer lugar que não AQUI!!!
E ainda não chegaram!!!
A cada vez que ligo para a maldita transportadora, me informam uma data nova para a chegada da minha mudança.
A princípio deveria ter sido terça-feira da semana passada, depois sexta-feira, a seguir hoje (domingo) e ontem quando entrei em contato para saber o horário que receberia meu ferro de passar roupas, quer dizer, minhas coisas, me informaram que apenas amanhã e sem previsão de horas.
Alguém aí, por favor, tem um ferro de passar roupas para doar???
Estou pensando em entrar na primeira loja de eletro-domésticos e comprar um…
Quem foi que disse que é facil???

Hãn???

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Sábado… manhã chuvosa aqui… quer dizer… agora os pássaros já cantam e a chuva nem se faz presente…
Ontem fui dormir cedo… portanto… cai da cama hoje… e como daqui a pouquinho saiu para a casa de mamys… resolvi dar uma xeretada no meu orkut… responder scrapszinhos… deixar recadinhos…enfim… ficar de bobeira no pc para o tempo passar mais rápido…rsrsrs
E daí que me peguei lendo e-mails também… e pensando em alguma coisa para escrever aqui no blog…
Bem… a idéia do blog é que ele seja SM, então é necessário que eu saia do “cotidiano” e fale um pouco a respeito de SM também…rsrs
Vamos lá… hora da Masim dar a cara a tapa (ui… isso é erótico…rsrsrs)…
Bem… pra início de conversa se faz necessário desvendar a Masim.
Masim - o nick nasceu simplesmente da brincadeira de letras. Queria o anonimato, mas não tem como ser anônima para todo sempre, amém. É necessário criar um nome, é necessário “sair do armário”, é necessário identificar-se para que se exista. Na criação do e-mail o “anônima” não estava disponível, então veio o anônima sim, daí você junta o “ma” mais o sim e pronto… Masim, que por fonética lê-se o S com som de Z (para os que ainda insistem em ler como Má-sim)!

Bem, depois que a Masim foi criada, passei a participar do Orkut, msn, mas a essa altura já lia o suficiente sobre BDSM para não me sentir tão perdida.
No início tinha muito medo dos Dom´s, acreditava-os pessoas com certo “poder”, acreditava-os instruídos, cheios de uma sabedoria que eu mesma não possuía, detentores de “segredos”…rsrs… é… podemos ser inocentes tal qual crianças que se deslumbram com seus mentores, professores, autoridades máximas em conhecimentos.
Essa visão meio “romântica” deve fazer parte do meu ser.
Mas… (e sempre haverá um mas…) a criança sempre cresce e o deslumbramento deixa lugar para o conhecimento adquirido. E foi o que me aconteceu também.
A partir do momento que comecei a ter contato com os Dominadores, descobri que são pessoas normais. Claro, não vou tirar o “glamour” de todos, longe de mim essa idéia (mesmo porque, se o fizesse, me desencantaria em definitivo com eles…rsrsrs). Mas, com o tempo, percebi que são pessoas, que alguns são ótimos, que outros são … (melhor não defini-los…rsrsrs)…
E essa realidade me fez ser mais eu que a Masim.
Hoje em dia, a Masim é uma parte de mim, uma parte importante, mas sou muito eu mesma em qualquer situação e euzinha sou muito maior que a Masim.
Ter um alterego é ótimo, projetamos nele todas as nossas expectativas, desejos, sonhos, e se alguma coisa sai errado no processo, o problema é dele (do alterego), e não seu…rsrsrs… quem sofre é apenas uma parte de você mesmo, pois que o “todo” foi preservado.
A Masim é assim… meu alterego, mas quem conhece além da Masim, sabe muito bem quem sou, como penso, do que gosto, do que não gosto.
SM pra mim é fetiche e sempre será!
E por vê-lo assim, não consigo entender certas atitudes. Respeito, tudo bem, respeito mesmo todos os fetiches e suas formas de manifestação, não estou aqui para julgar NINGUÉM!
E como respeito todas as manifestações de fetiche, quero que me respeitem também.
Mãs (e cá estamos novamente com o mas…), algumas coisas me deixam estupefata.
Essa semana… um Dom deu como “castigo” à sua sub, que ela conseguisse 100 outras submissas para enviar um scrap para não sei onde, dizendo não sei o que.
Hãn???
Como disse uma amiga minha, “nesse caso quem estava sendo castigada mesmo”???
Me pergunto… qual a razão de um Dominador dar tal castigo à SUA submissa???
Qual o valor desse castigo como castigo???
O que é um castigo???
Qual a finalidade DESSE castigo mesmo???
No SM as práticas não são conduzidas dentro do SSC (Sádio, Seguro e Consensual)???
Onde fica a consensualidade nesse caso? Envolver 100 outras submissas tudo bem… afinal… a consensualidade existirá a partir do momento que elas aceitem participar como integrantes do castigo, but… para consegui-las há que se “importunar” meio mundo orkutiano para…
Quando fui procurada à ajudar a submissa em sua missão, não me senti aborrecida, ela foi educada. Mas independente da abordagem educada dela, aquilo ficou “martelando” na minha cabeça e algumas questões foram levantadas, questões essas que não levei a termo, até aqui.
Não gosto de discussões nas comunidades do orkut. Cada um escreve o que pensa (nem sempre de forma clara, diga-se de passagem) e quem lê, lê com o que tem em si mesmo, e de repente o que era uma questão simples se transforma em verdadeiras cruzadas de egos, essas situações simplesmente me tiram o tesão.
Agora tenho um espaço meu… “bóra escrever aqui, né não”???…rsrsrs

Navegando pela net… as vezes me deparo com imagens assim… daí  não resisto, né???

Olhem como são bonitinhos:

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