Interessante como um órgão pode atrair tantas atenções…rsrsrsrsrs
Um Museu islandês exibe coleção de pênis, mas nenhum da espécie humana… enquanto na Russia, o primeiro museu erótico tem por atração principal o pênis do lendário monge Gregori Rasputin, e se você pensa que isso é “coisa de gringo”, vai se surpreender….rsrsrsrs… tá curioso??? confira matérias abaixo:
Qui, 15 Mai, 02h02
Por Bob Strong
Hjartarson é o fundador e proprietário do Museu Falológico Islandês, que oferece aos visitantes do mundo todo uma visão mais detida a respeito do que há de grande e de pequeno em termos do órgão sexual masculino.
A coleção dele começou a ser formada em 1974, com um único pênis de boi que se parece com um chicote de equitação — hoje, o islandês reúne 261 órgãos preservados de 90 espécies diferentes.
O maior deles, de uma baleia cachalote, pesa 70 quilos e possui 1,7 metro de comprimento. O menor, o osso peniano de um hamster, com apenas 2 milímetros de comprimento, precisa de uma lente de aumento para ser visto.
Uma ausência que salta aos olhos é a espécie humana. Mas isso deve ser sanado em breve, já que um alemão, um norte-americano, um islandês e um britânico prometeram doar seus órgãos genitais quando morrerem, segundo certificados exibidos pelo museu.
O norte-americano, Stan Underwood, 52, forneceu uma descrição por escrito de seu pênis — apelidado de “Elmo” — para ficar exposta ao lado de uma reprodução em tamanho natural, em borracha, do membro, além da promessa de doação.
Segundo Hjartarson, o doador islandês, um morador de 93 anos de idade de Akureyri (cidade próxima de Husavik, onde fica o museu), foi um conquistador na juventude e está convencido de que a exposição de seu pênis lhe trará fama eterna.
Mas a vaidade pode fazer com que repense a oferta. “Ele afirmou recentemente que seu pênis vem encolhendo com a idade e ele está preocupado com a possibilidade de não fazer uma boa figura no museu”, afirmou Hjartarson.
A exibição, inaugurada em Reykjavik em 1997, hoje fica no vilarejo de Husavik, 480 quilômetros a nordeste da capital islandesa.
Aberta aos visitantes de maio a setembro, a coleção fica em um prédio marrom cuja entrada pode ser identificada por um falo enorme colocado perto da porta e o símbolo no formato de um pênis logo acima.
Um crescente número de pessoas vindas de várias partes do mundo comparece ao local a cada ano, e 60 por cento delas são mulheres.
“Tivemos 6.000 visitantes no verão passado e, no final, acabamos tendo lucro”, disse Hjartarson.
Os pênis, doados em sua maioria por pescadores, caçadores e biólogos, ficam dentro de jarros de vidro preenchidos com formol. Ou ficam dependurados nas paredes após passarem por um processo de ressecamento, criando uma atmosfera que lembra a de um laboratório misturado com uma sala de troféus.
Hjartarson afirma que começou a colecionar os pênis 24 anos atrás, quando trabalhava como administrador de uma escola, nem de longe imaginando que um dia seria dono de um museu dedicado ao assunto.
“Aquilo era apenas um hobby”, disse, acrescentando que a coleção ficou relegada ao escritório dele até a criação do museu.
Hjartarson adota uma postura algo jocosa a respeito de sua coleção algo delicada, afirmando que um pouco de senso de humor e de inteligência são necessários para apreciar os itens à mostra.
“Espero que os visitantes saiam do museu com uma disposição de ânimo melhor do que quando chegaram”, disse.”
Mega pênis de Rasputin
é atração de museu erótico

O primeiro museu russo do erotismo, cuja atração principal é o pênis do lendário monge Gregori Rasputin, abriu as portas numa clínica de urologia em São Petersburgo (noroeste) que espera com isso atender melhor seus pacientes.
A exposição permanente está aberta ao público, que pode admirar uma impressionante coleção de falos de cerâmica e de imagens libertinas, algumas das quais do século XIX.
“Certamente o museu serve para satisfazer a curiosidade de seus visitantes, mas sobretudo ajuda nossos pacientes a superar seus problemas de impotência sexual”, disse o diretor da clínica e proprietário da coleção, Igor Kniazkin.
Urologista e sexólogo de 37 anos, Kniazkin afirma que o clima do museu reconforta seus pacientes e os torna “mais otimistas e mais serenos”.
“O objetivo do médico é libertar seus pacientes das angústias e dos temores. Os homens que vêm nos consultar se sentem mal por causa dos seus problemas e nossa atitude alegre e descontraída os tranqüiliza”, explicou.
Só uma parte dos cerca de 12 mil objetos eróticos que Kniazkin possui são expostos na sua clínica.
Mas no museu, o que chama a atenção do público é o pênis de Grigori Rasputín. O sexo do monge, curandeiro e conselheiro do último czar da Rússia, cujo desempenho sexual é lendário, é conservado numa solução de álcool.
“Comprei por 8 mil dólares num antiquário francês, junto com os arquivos que contém cartas manuscritas de Raputin”, disse o médico.
Rasputin, em russo, significa depravado. Knyazkin, que também é chefe do departamento de pesquisas sobre a próstata da Academia Russa de Ciências Naturais, se diz particularmente orgulhoso pela aquisição.
Pacientes da clínica e visitantes observam os objetos, cuidadosamente colocados em vitrines bem iluminadas, com curiosidade.

“É verdade o que se diz, que olhá-lo ajuda a combater a impotência?”, perguntou Vasili, incrédulo, ao doutor Kniazkin.
“Sem dúvida”, respondeu, sorridente, o médico.
e….
Você sabia que no Pelourinho tem um Museu de Arte Erótica?
Acanhado e precisando urgentemente de sede à altura, um acervo de mais de 500 peças agoniza por falta de espaço de exposição e guarda condigna. Inaugurado em 2 de Setembro de 1998 o mesmo funciona provisoriamente na Rua Frei Vicente n. 24 – Pelourinho, está sob os cuidados do Grupo Gay da Bahia com curadoria do bacharel em História Marcelo Cerqueira e consultoria do antropólogo e etnólogo Luiz Mott.
Um embrião de projeto museólogico já foi elaborado por discentes da UFBA, a necessidade de monitoração e de reserva técnica destinada ao acervo foi constatada. A duas vitrines em meio ao exercício diário da militância Gay e Lésbica na sede do GGB passam despercebidas nos seus aspectos museográficos. Uma pena porque existem na coleção peças de excelente qualidade com inspiração Inca, Azteca e Maia, algumas Pernambucanas de Trucunhaém, outras da nossa Feira dos Caxixís e muito mais.
Além de constar de alguns guias de museus e sites de turismo da Bahia, o Museu da Sensualidade é um motivo a mais para se visitar Pelourinho. O material das unidades artísticas são variados, desde parafina, plástico, têxtil, papel, barro, metal, madeira policromada e porcelana com especial ênfase à arte da cerâmica vendidas em feiras livres e de renomados artesãos populares à exemplo de Noêmia e Luis Galdino, como também constam obras de arte vindas do Peru, México, África Ocidental, da Índia, Holanda, França e outros países.
Como todos sabem o sexo também tem um sentido de rito e divinização patente. Várias são as cenas de forte apelo e apologia aos membros viris. Grandes pênis e poderosas vaginas são constatações estéticas no acervo deste museu. Eu mesmo sou testemunha de tempos passados em que recebíamos no GGB um postal ou foto que um dia seria alvo da exposição apropriada. A coleção foi amealhada ao longo do tempo e com muito carinho e dedicação. Não há censura ou aspectos de constrangimentos outros. Tudo é muito didático na existência deste espólio artístico.
É a partir do Museu que exposiçôes temáticas surgem. Que se vislumbram novas teses ou estudos mais profundos da sexualidade, já que em anexo ao mesmo, o arquivo do GGB é facultado à sérias pesquisas e monografias.
Enfim é necessário tão somente a ampliação das instalações do Museu, quiçá uma nova casa com novos espaços de exposição e pessoal especializado para o manuseio do acervo. Isto é importante. O Museu tem que ser um organismo vivo, dinâmico que possa fundamentar em si um elemento transformador. Daí a necessária sede com espaços para intercâmbios, exposições temporárias, biblioteca especializada, local para palestras e formação de centros de estudos.
O grande bem da cultura imaterial que é o sexo popular está muito bem representado no acervo. Vale à pena conferir. E em se tratando do axé baiano, vejam os grandes Exús [masculinidade e virilidade] com os seus gigantescos pênis e a cerâmica erótica de boa qualidade das nossas feiras livres. Não podem faltar os Gays. Representações do homoerotismo está em alta no Museu. Vejam as imagens e se deleitem.
Jesuis!